“Pensamos que podemos ter um crescimento rápido no Peru porque não há concorrência, não há grandes redes”, explicou Pedro Gordon aos jornalistas, à margem de um almoço em que o Grupo GEA Portugal deu a conhecer as principais novidades.
De acordo com o responsável, “o Peru ainda não é um mercado maduro”, que o permite à GEA ter uma forte ambição, até porque o mercado peruano está a crescer devido ao ao fim da requisição de vistos para a União Europeia.
“Está tudo por fazer no Peru. É um mercado que ainda não é maduro, onde há muito por fazer e está com um forte crescimento porque há uns meses tiraram o requerimento de visto para a EU e, como tal, o turismo disparou e as vendas para a Europa também”, explicou o responsável.
Pedro Gordon explicou ainda que, do ponto de vista turístico, o mercado peruano é “equivalente” ao português, existindo entre um e dois milhões de turistas que viajam para o exterior, sendo que até o BSP é pouco superior ao português, assim como o número de agências de viagens, que se situam entre as 1.500 e as 2.000, e de operadores turísticos, uma vez que existem “10 ou 15 operadores com peso no mercado”.
Para o futuro, Pedro Gordon destaca a Colômbia como um mercado com potencial para a entrada do Grupo GEA, ainda que o avanço da rede de agências de viagens independentes para este mercado esteja dependente do sucesso da aposta no Peru.
O Grupo GEA Peru é detido a 100% pela rede da Argentina, que, por sua vez, é detida em 75% pela GEA Portugal.
