GRUPO GEA COMEMORA SUBIDA DE 20% NAS VENDAS COM MAIOR CONVENÇÃO DE SEMPRE

Por Publituris,  a 15 de Outubro de 2017 as 19:21

O Grupo GEA juntou este fim-de-semana mais de 200 agências de viagens na 13.ª Convenção Nacional, que decorreu em Viseu e que, segundo Pedro Gordon, director-geral da rede de agências independentes, foi “a convenção do grupo com maior adesão”. O sucesso do evento, destacou o responsável, foi ditado também pelas boas notícias que a GEA tinha para dar aos seus associados.

“A boa notícia desta convenção à parte da boa adesão, foram as vendas. Temos dados até 31 de Agosto e são francamente satisfatórios”, disse Pedro Gordon aos jornalistas, explicando que o crescimento do volume de facturação das vendas de pacotes turísticos do grupo atingiu os 20%, até 31 de Agosto, enquanto as vendas de hotelaria subiram 19%.

Apesar do aumento da oferta, o director-geral do Grupo GEA diz que “não tem havido perda de preço médio” e destaca as Caraíbas como o destino “que mais factura”, seguido do Algarve, que também “tem facturado muitíssimo”, existindo, depois, uma “diversificação entre destinos”.

Ao nível dos operadores, Pedro Gordon revelou que a Soltour e a Soltrópico concentraram a maioria dos programas vendidos pelas agências da GEA, com crescimento na ordem dos 12% e 13%, respectivamente. O responsável sublinhou também o “assinalável crescimento” da Nortravel, cujas vendas através das agências GEA subiram pouco mais de 30%, seguida da Joliday, com um aumento de 32%.

As vendas para o fim-de-ano já começaram a aparecer e, por enquanto, Pedro Gordon diz que a procura pelo Brasil está em alta, muito por culpa dos charters já anunciados por operadores nacionais, assim como pelo Funchal, que é já um destino “clássico” de réveillon.

O director-geral do Grupo GEA tem as melhores expectativas para o fim-de-ano e está também optimista face aos resultados de 2018, acreditando que a rede pode “continuar a crescer” se a economia nacional mantiver a tendência ascendente.

 

“Se os dados macroeconómicos continuarem na mesma linha em 2018, 20% é muito, mas podemos continuar a crescer, porque a confiança continua a aumentar e isso beneficia sempre o consumo”, concluiu.

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